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Fliperama elege os melhores filmes de 2011

Nossa tradicional listinha de melhores filmes de 2011 chegou :D
Tem filme indie, campeões de bilheteria, nacionais.... aproveita (quem tá de férias), faz a lista, pega na locadora os que ainda não viu e conta pra gente o que achou ;)
**Tem filmes que são de 2010 mas tiveram estreia no Brasil apenas em 2011 ;)

10 - O Palhaço (Brasil, 2011, dir. Selton Mello) - o filme que fez a gente sair do cinema com um sorriso estampado no rosto e com vontade de encontrar um lugar no mundo.

Tudo no filme tem um ar dedicado/delicado: atuações impecáveis, direção de arte com clima de sonhos e, ao mesmo tempo, pé no chão do pequeno circo que circula por um Brasil escondido e longe do nosso dia a dia. A fotografia dá tons amarelados à trama e a trilha brega e divertidíssima. Vale a pena assistir e entrar no clima de poesia e delicadeza.



9 - Um Lugar Qualquer (Somewhere, Estados Unidos, 2010, dir. Sofia Coppola) - o filme que fez você sair do cinema satisfeito.

Carregado de sentimentos se ser piegas, aborda a relação fama x isolamento humano. Valeu cada centavo do ingresso.



8 - Cisne Negro (Black Swan, Estados Unidos, 2011, dir. Darren Aronofsky) - o filme que fez a gente sair do cinema amando mais Natalie Portman *__*

Aronofsky cria personagens que vão "até o fim", qualquer sejam as consequências das escolhas, que encaram seus medo e imperfeições. Cisne Negro é um suspense psicológico com diversos momentos felizes que dão o tom perfeito para filmes do gênero.


7 - Bravura Indômita (True Grit, EUA, 2010, Dir: Joel e Ethan Coen) - o filme que fez você sair do cinema western.


A primeira incursão dos Coen no western foi bem sucedida. Ponto pela a mistura de humor + ação de uma história violenta, onde os diretores conseguem dosar comédia e ternura com a brutalidade típica dos westerns. Com uma fotografia de encher os olhos, as imagens dialogam conosco, sugerem-nos coisas sobre as situações e personagens. Os diretores apostam nelas e entendem que são fundamentais para contar uma história.




6 - Incêndios (Incendies, Canadá/França, 2010, dir. Denis Villeneuve) - o filme que fez a gente sair do cinema surpreso.

Incêndios é o melhor filme canadense que assisti nos últimos tempos.
Conta a história de dois irmãos que, depois de perderem a mãe, vão investigar seu passado na Palestina devido uma carta deixada no testamento.
Ao mergulharem nas origens da família, eles descobrem que a mãe foi uma peça fundamental em uma guerra política em sua terra natal.




5 - X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, Estados Unidos, 2011, dir. Matthew Vaughn) - o filme que fez a gente sair do cinema renovado.

X-Men: Primeira Classe aborda os personagens de Stan Lee começando do zero, desde a época que o Professor X e Magneto se conheceram. Depois da última saga dos X-Men nos cinemas, bacana, mas confusa, eis que surge uma nova, que com certeza vai agradar os fãs e o bolso dos produtores. E, é claro, toda franquia que se preze deve explorar todas as possibilidades ;)



4 - Namorados Para Sempre (Blue Valentine, Estados Unidos, 2010, dir. Derek Cianfrance) - o filme que fez você sair do cinema antirromantico.

Um antirromance que fala sobre relacionamentos de verdade, sem mitos sobre o amor. E você fica pensando nele por dias e dias....



3 - Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, Estados Unidos/Espanha, 2011, dir. Woody Allen) - um filme que fez a gente sair do cinema sonhando...

Quando o filme terminou fiquei encantando e com uma vibe sonhadora. Não tem como se identificar com o sonhador e romântico Gil (Owen Wilson) querendo ficar em Paris pelo resto da vida?



2 - Melancolia (Melancholia, Alemanha/Dinamarca/França/Itália/Suécia, 2011, dir. Lars von Trier) - um filme que fez a gente sair do cinema com certeza do inevitável.

Von Trier nos leva a pensar num interessante contraponto: como assim o ser humano, de um lado, apega-se à vida, de outro é inteiramente indiferente a ela?



1 - A Pele Que Habito (La Piel Que Habito, Espanha, 2011, dir. Pedro Almodóvar) - o filme que fez a gente sair do cinema reinventado.

Entrei na sala de cinema esperando ver o universo de cores, humor e lágrimas de Pedro Almodóvar, e fiquei surpreso e feliz com uma obra totalmente diferente: um suspense sombrio e distante. Ótimo!


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